COLÔMBIA ARRASADORA

MARREIROS OBTÉM CLASSIFICAÇÃO HISTÓRICA

VICE CAMPEÃO MUNDIAL

Terminado que está o Campeonato Mundial de Patinagem de Velocidade, chegou o momento do balanço final desta, que é a maior competição anual da Patinagem de Velocidade.

Existiu um grande vencedor, um país que arrasou a concorrência, obtendo 20 medalhas de Ouro, mais título mundiais que todos os outros 48 países participantes juntos, foi a COLÔMBIA!!! 

Balanço do Mundial Holanda /2017 Medalheiro Final

Num campeonato com um dos maiores números de participação de sempre, 49 países presentes (e muitos outros ausentes inexplicavelmente, como é o caso da Grã-Bretanha) e o maior nível competitivo de sempre, entre 50 a 60 patinadores por prova (com exceção da maratona onde, em masculinos participaram 205 atletas), comecemos por entender o porquê deste elevado nível e número de participantes, duas razões básicas:

  1. Devido à altura da realização deste Mundial, primeira semana de Julho, os patinadores de gelo, que não têm competido nas últimas edições do maior evento desta modalidade, estiveram presentes, aumentando o número, mas sobretudo a qualidade do evento;
  2. O Apuramento dos 24 patinadores que estarão nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires – Argentina, em Outubro próximo, razão pela qual o número e nível de competidores juniores aumentou tanto e a data escolhida, de forma a permitir o apuramento em tempo útil, para a primeira aparição na Patinagem de Velocidade nos Jogos Olímpicos, ainda que da Juventude.

Muitos foram os países que apostaram forte na tentativa de apuramento, bem como os patinadores que se prepararam muito bem e o resultado disso, foram os grandes espetáculos a que assistimos… Impressionante, emocionante e desportivamente de elevado nível! 

Balanço do Mundial Holanda /2017 10KmPontos inicio

Mesmo assim ainda poderia ter sido melhor. Como? 

Se os patinadores sul americanos estivessem estado representados com os melhores seniores, coisa que não aconteceu porque dentro de semanas se disputarão os Jogos Pan-Americanos, patrocinados pelos  seus Comités Olímpicos. Por isso alguns países, como é o caso de Cuba, México, Ecuador e sobretudo Venezuela não trouxeram à Holanda as suas primeiras linhas, com especial destaque para Jhoan Guzman – Campeão Mundial /2017 de 1Km. Poderia também ser melhor se os 5 continentes estivessem estado representados, faltou a África. Para quando o apoio técnico, formação, organização e oferta de deslocações, estadia e participação, para países deste continente (?) por parte da Worldskate (Federação Internacional, com nova denominação – worldskate.org ), das organizações dos mundiais e dos países mais fortes, com mais capacidades e recursos neste desporto (?!)….

Muitos questionam o avassalador domínio da Colômbia 

  1. 20 título Mundiais (53%), contra 18 de todos os outros países (sendo que apenas 12 países conquistaram títulos); 
  2. Quarenta e quatro medalhas, 20 de ouro, 15 de prata e 9 de bronze  (num máximo de 76 que poderiam conquistar, 2 patinadores por país) contra 70 de todos os outros países (foram 15 o número de países a conquistarem medalhas, dos 49 participantes). 
  3. Nível elevadíssimo em todos os escalões e sempre com grandes classificações em praticamente todas as provas e muito poucas provas em que não sobem ao pódio, muitas vezes com dois patinadores e algumas fazendo 1º e 2º lugares.

Quais as razões desta supremacia que acontece pelo nono ano consecutivo?? 

  1. Grande investimento da parte da Federación Colombiana de Patinaje, inicialmente (há muitos anos atrás) chamando técnicos italianos para lhes dar apoio, depois criando todas as condições para que os atletas se apresentem ao melhor nível, grande empenho, sempre com a presença do presidente da federação nestes campeonatos;
  2. Enorme staff de apoio presente no mundial, técnico, médico, dirigente que possibilita e responde a todas as necessidades dos patinadores;
  3. Preparação atempada e adequada, com objetivos traçados e muito ambiciosos, estágio prévio de preparação do Mundial durante 3 meses;
  4. Nível competitivo interno elevadíssimo, com imensos patinadores de grande nível. Provas de apuramento para as seleções muito exigentes e com enorme grau de dificuldade;
  5. Patinadores extremamente comprometidos, com uma crença e fé inabaláveis, espírito de grupo e de equipa assinaláveis, personalidade, vontade de competir e ganhar, gigantes, sentido de responsabilidade, representação da nação e disciplina inigualáveis. Apresentam um discurso fluido, claro e comum de orgulho e agradecimento pelas oportunidades e apoios.
  6. Reconhecimento público, comunicação social – equipa de televisão da federação presente a acompanhar todas as provas, desde as séries, às finais, com uma emoção impressionante, com muitos espectadores e seguidores. Apoio da sociedade em termos de crowdfunding que permite bons níveis de rendimento aos melhores patinadores. Apoios de instituições sociais, políticas e empresas, locais,  regionais e nacionais. Reportagens, conferências de imprensa (1h em direto na TV) e programas de divulgação dos resultados, acompanhamento dos patinadores (receção da comitiva no aeroporto com centenas de pessoas, muitas delas que se deslocaram até lá de patins…Impressionante!) e promoção da modalidade.
  7. Capacidade física, características antropomórficas e tipologia física admiráveis. Massas musculares elevadas e muitíssimo bem definidas, índices de flexibilidade incríveis (até por relação com a potência e estrutura muscular exibida), capacidades de resistência, potência e velocidade assinaláveis em todos os patinadores colombianos.
  8. Grande capacidade técnica, enorme estabilidade (raramente vemos quedas de patinadores colombianos) e padrões técnico-motores bem definidos e sem erros ou lacunas. Padrão relativamente uniforme e baseado nas suas características antropométricas e nas necessidades da tipologia desta competição e do tipo de provas realizados.
  9. Sentido Táctico elevado, com trabalho prévio e de planificação bem definido e escolhas estratégicas com percentagem de sucesso muito elevado. Têm enorme bagagem táctica, cumprem escrupulosamente as indicações prévias e adaptadas às situações de corrida e adaptam-se relativamente bem aos acontecimentos. evitam conflitos, mas afirmam a sua presença, são desportistas e reconhecem aceitam a derrota com elevação.
  10. Ainda existem aqueles que mencionam e referem que estes resultados não podem advir só destes fatores, colocando a possibilidade de utilização substâncias dopantes, o que já aconteceu com patinadores deste país. A autoridade mundial anti dopagem – W.A.D.A (World Anti-Doping Agency) tem programas de monitorização e controlos regulares dentro e fora da competição (com testes de sangue e urina, Diogo Marreiros esteve durante um ano e meio neste programa, após a sua medalha de bronze no mundial de 2016, sendo testado diversas vezes), imensos atletas foram testados neste campeonato. No mínimo teremos de aguardar pelos resultados e não fazer condenações sem provas…

Em relação ao Balanço do Apuramento para os Jogos Olímpicos da Juventude (http://comiteolimpicoportugal.pt/wp-content/uploads/2017/02/FIRS-Roller-Speed-Skating1.pdf)?

Desde o ano passado se sabia que a Patinagem de Velocidade iria fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos da Juventude, como modalidade oficial, pela primeira vez na história. Numa competição de elevado nível, ainda que para jovens, entre 16 e 18 anos, diversas foram as alterações a que este desporto – Patinagem de Velocidade – teve de aceder para integrar este programa, onde se inclui a forma de apuramento.

No último campeonato mundial, durante os World Roller Games em Nanjing na China, em Agosto/Setembro, foram informadas todas as seleções sobre a forma de apuramento, de apenas 12 homens e 12 mulheres para os JOJ em Buenos Aires e as provas a realizar.

Logo aí Portugal e a F.P.P. (Federação de Patinagem de Portugal) deveria ter feito um plano de apuramento, para tentar que algum patinador português pudesse aceder a tão importante evento desportivo e apresentá-lo ao Comité Olímpico de Portugal (COP)…. mas nada foi feito / apresentado / aprovado … e a preparação ficou a cargo de cada clube, atleta … E as consequências de falta de planificação e trabalho organizado e apoios necessários, redundou no Não Apuramento de qualquer Patinador Português.

Três provas contavam para este apuramento: 500, 1km e 5Km a Eliminar (uma nova prova, criada para este efeito). Estas foram as provas de apuramento e também aquelas que se disputarão em Buenos Aires. sendo que foi e será a soma de pontos obtidos em todas as provas que dará a classificação, aqui para efeitos de apuramento, na Argentina para atribuição do título e das três medalhas em disputa.

As regras do apuramento diziam que o país organizador tem lugar para um patinador, masculino e outro feminino, depois existirá um lugar para o melhor patinador de cada continente, sendo que a África não esteve presente no mundial, cada país só pode ter um patinador apurado.

Após a realização das três provas, em que cada país preparou e escolheu os seus dois melhores atletas, para as fazer, tentando somar o maior número de pontos (sistema de pontuação – 40 pontos para o 1º de cada prova, 39 para o 2º, …. e 1 ponto para o 40º), os apurados foram os seguintes: 

Onde se constata que os últimos apurados (sem resultar da cota do continente) foram, em femininos, quatro patinadoras (USA, HOL, Coreia do Sul e China Taipé) com 71 pontos e em masculinos o patinador do Chile com 63 pontos.

http://www.worldskate.org/speed/about/bulletins/category/286-yog-buenos-aires-2018.html

Balanço do Mundial Holanda /2017 Apurados Jogos Ol  mpicos

Em femininos 4 patinadores do continente americano (Colômbia, Chile, USA e Argentina), 5 da Europa (França, Itália, Espanha, Alemanha e Holanda), 2 da Ásia (Coreia do Sul e China Taipé) e 1 da Oceania (Austrália).

Em masculinos 4 patinadores da América (Colômbia, Argentina, USA e Chile), 4 da Europa (França, Holanda, Itália e Espanha); 3 da Ásia (Coreia do Sul, China e China Taipé) e 1 da Oceania (Austrália) .

O continente mais representado é o Europeu com 9 patinadores (4 fem. e 5 masc.), seguido do Americano com 8 (4+4), depois o Asiático com 5 (2+3) e por fim a Oceania com 2 (1+1).

Existem 11 países com dois participantes, um homem e uma mulher (Colombia, Chile, USA, Argentina, França, Itália, Espanha, Holanda, Coreia do Sul, China Taipé e Austrália). Apenas dois só têm um representante, a China em masculinos e a Alemanha em femininos. Portanto estarão representados 13 países de 4 continentes e 24 patinadores. 

E os portugueses terão ficado muito longe?? Seria possível apurar algum?? Ou como alguém da FPP terá dito, Não, o apuramento é impossível para qualquer patinador português!!….

Última patinadora feminina apurada com 71 pontos, Carolina Ferreira (23ª) não apurada fez 49 pontos, ficando a apenas 23 pontos, o que significava ter ficado em 18ª na Prova de 5Km a Eliminar, em que caiu no apuramento e ficou em 52ª… Isto é Impossível?????!!!!

 … Altura para perguntar terão, a Federação e Patinagem de Portugal (FPP) e o Comité Olímpico de Portugal (COP), feito tudo o que podiam para que a patinadora portuguesa alcançasse esse objetivo?????!!!!

Nos homens Marco Lira – 31º com 39 pontos e Duarte Souza 45º com 16p., também não alcançaram esse sonho olímpico… último homem apurado com 63 pontos do Chile… Marco Lira precisava de mais 24 pontos

http://www.worldskate.org/speed/about/bulletins/category/286-yog-buenos-aires-2018.html 

E o Balanço dos da seleção de PORTUGAL?

O melhor resultado de sempre de um patinador português!!! Diogo Marreiros Vice Campeão Mundial nos 10Km Pontos em estrada, onde tinha sido Bronze em 2016.Balanço do Mundial Holanda /2017 Diogo e a medalha

Prova espetacular, com Marreiros a entrar na fuga certa, após ter tentado a solo e acumulando pontos que lhe permitiram acabar em igualdade com Daniel Zapata, o colombiano conseguiu o título. Um erro na indicação dos pontos no ecrã gigante, induziu todos em erro, pois anunciava que Diogo tinha dois pontos a menos que o patinador sul americano. Quando o pelotão chegou junto aos fugitivos, o português ainda conseguiu um ponto e o ecrã anunciava que tinha um ponto a menos que Zapata, quando na realidade (apenas se veio a saber no comunicado final) estavam empatados o que originava que quem, dos dois, primeiro chegasse à meta seria o Campeão do Mundo. Diogo esteve a última volta a festejar a medalha e o colombiano deslizava na última reta… assim por 20/30 metros Diogo Marreiros não foi Campeão Mundial!!!

Mas será que seria merecido este título, caso tivesse acontecido?

Claramente por parte do Diogo Marreiros SIIIM!!! 

Porque leva muitos anos de dedicação extrema a esta modalidade, conseguiu a primeira medalha, com 14 anos, em 2006, em Cadete, trabalhou e lutou muito para alcançar o nível em que se encontra, com poucos apoios governamentais e da Federação, sem apoios regionais ou locais diretos, apenas clube, pais e equipa de marca – BONT – nos últimos anos, bem como alguns patrocinadores individuais, o fazem ter condições para treinar e competir ao mais alto nível. 

Porque teve de lutar contra muitos problemas, lesões, quedas, desclassificações, acidentes, até extra modalidade … mas teve sempre a força e o denodo para os enfrentar e ultrapassar… com um humilde e capacidade de sacrifício únicas, numa vontade férrea de fazer melhor…

Porque ficou a treinar e a competir sem o seu irmão de modalidade – Martyn Dias – que abandonou a modalidade nos meados de 2017, por não conseguir articular a prática com a vida pessoal e social/familiar, teve de se adaptar, reinventar a maneira de competir, de estar nas deslocações e sobretudo treinar sozinho

Por tudo isto, seria um título imensamente merecido e a medalha de Prata também o foi!!! Muitos foram aqueles que o cumprimentaram indicando “Já há muito merecias isto”, como já há muito que pode ser campeão do Mundo ou da Europa, seria algo que não nos espantaria… que dá muito trabalho e será resultante de um conjunto de condições e consequências, para as quais poucos estão preparados….

Mas por outro lado claramente NÃO!!!

Porque o país, a começar pela comunicação social não está preparado, nem mereceria esse título, pois o facto de Diogo Marreiros ter sido VICE CAMPEÃO MUNDIAL, em competição com 54 patinadores de 33 países, não mereceu televisão, nem jornais (com pequenas exceções do JOGO e do Correio de Lagos), nem receção (no aeroporto ou em Lagos…) o que é triste !! na segunda feira passada um programa televisivo, em horário nobre, em canal nacional aberto, de referência, esteve 10 ou 15 minutos a falar de Patinagem de Velocidade e nem uma palavra, nem uma frase para o facto de Diogo Marreiros ter sido VICE CAMPEÃO MUNDIAL  4 dias antes, Surrealista!!!?? 

Num país em que o Negativismo e a Vitimização enche jornais, televisões e revistas, não estamos preparados para algo positivo como seria (será) ter um Campeão Mundial, dezenas de canais televisivos, de jornais, rádios e revistas, conseguem passar ao lado de termos um VICE CAMPEÃO MUNDIAL, mas comprem qualquer acidente ou situação negativa que aconteça… NÃO! Portugal (ainda) não está preparado para ter um Campeão Mundial de Patinagem de Velocidade!!!

Tirando desta equação Diogo Marreiros com a Prata nos 10Km a eliminar e mais três lugares no TOP DEZ, um dos quais mesmo com uma queda, que o impediu de participar na maratona, a restante comitiva portuguesa, os restantes atletas, estiveram um pouco abaixo do que se esperava, notando-se muitos erros tácticos e técnicos, más escolhas de patinadores para as provas, má definição de objetivos e planificação em consonância … mas sobretudo um Atitude de Inferioridade, falta de querer de garra e de personalidade.

Carolina Ferreira conseguiu estar perto do seu enorme nível e capacidade, ao ser nos 10Km Pontos em Juniores femininos e David Pedro teve um bom desempenho na maratona, ao ser 16º, entre 205 patinadores. Portugal teria tido possibilidades de lutar pelo apuramento para os Jogos Olímpicos, mas os fatores já em cima descritos não permitiram esse desiderato, sobretudo em relação a Carolina Ferreira (a 23 pontos do apuramento, pese embora duas quedas), Maia Batista que apenas participou (estranhamente) em 1 das 3 provas de apuramento para os JOJ (Jogos Olímpicos da Juventude), sendo 19ª nos 500m com 22 pontos

Nas juniores femininas participou ainda Ana Montenegro que foi “pau para toda a obra”, sobretudo porque era a mais nova da comitiva, 1º ano do escalão juvenil a competir com patinadores 3 anos mais velhas que ela, tendo, mesmo assim conseguido um 16º lugar nos 100m.

Nos Juniores masculinos Duarte Souza não esteve ao seu nível em nenhuma das provas de apuramento para os JOJ, fazendo um 25º lugar e outras duas provas com posições acima do 40º posto. Marco Lira, 1º ano de juvenil (a competir com patinadores com mais 3 anos que ele e podendo ainda lutar pelo acesso aos JOJ do próximo ciclo Olímpico, nos jovens , ciclo de dois anos) este num plano aceitável conseguindo um 20º lugar e lugares entre 30/40 primeiros. Esperemos que estes resultados e este nível de competição não o iniba para o seu principal objetivo deste ano, os Europeus de Juvenis / YOUTH que decorrerão em Agosto na Bélgica e para o qual está preparado para subir ao pódio. O terceiro elemento da equipa Tiago Resende, na Pista fez a prova que não contava para o apuramento, tendo na estrada podido competir em mais provas, foi 20º nos 10km P/E em Pista.

Balanço do Mundial Holanda /2017 Resultados Portugal

Nos seniores, onde Portugal esteve representado, apenas, em masculinos e com 5 patinadores, um número demasiado elevado para uma competição onde apenas podem competir dois patinadores por país e, sabendo à partida, que o Diogo Marreiros compete em todas as provas de fundo e meio fundo. Além de Diogo e David, já referidos anteriormente, Miguel Bravo, no seu primeiro ano de seniores, que apenas fez provas na Pista e Maratona conseguiu dois bons 22º lugares, na Maratona e nos 10Km P /E, onde fez um bom trabalho de equipa, no apoio a Marreiros. Márcio Costa, o único puro velocista da equipa não conseguiu repetir o bom 11º lugar do mundial de 2017, sendo 19º nos 100m, a sua melhor prova. Quanto a António Freitas fez as provas de  velocidade, ao contrário da sua especialidade (foi bronze no Europeu Junior em Lagos/2017 nos 10Km Pontos), obteve um 34º posto, como melhor na prova de 500m em Pista, claramente não justificando a escolha do selecionador para participar neste campeonato, tendo em conta as provas que fez, os resultados que obteve e o número de patinadores portugueses neste escalão. 

Balanço do Mundial Holanda /2017 Portugal Foto oficial

Vídeos das provas em: http://www.world-skate.tv/channel/?channelId=295-herdeearnhem-2018-world-championships.html

Paulo Batista – Roller Lagos C.P.